quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Poema dos medos

E são coisas tantas e tão numerosas
Que se me viro para as olhar

Afundo-me no medo de perder as forças

Afundo-me no horror de voltar.

Àquele tempo em que perdia as palavras para amar sem sentido
Àquele tempo não vivido contigo
Ao saber que nunca se questionava.
Um dia chegará em que nos largamos
Nem que na hora da morte seja
Ou, se por algo, assim também não nos separamos

Leva toda e qualquer parte de mim
Pois eu sei e tenho certeza que morrerá melhor perto de ti.

2 comentários:

  1. funny;)

    http://d3signgraficosergio.blogspot.com/

    Ja agora passa por lá;) e quem sabe possamos fazer parceria!!!

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