sexta-feira, 24 de setembro de 2010

...

Acabou:

Apaguei fotos;
Destrui memórias;
Perdi sentidos;
Matei-te do meu ser.

Sou diferente, agora:
Foste quem levou tantos dos meus erros.

E que deixou de me amar;
Assim apenas.

Conclusão?
Fodace!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Tinha de vir!

Posso tentar amparar-te
(Mas o instante cai
Não me deixa apanhar-te
E tudo se vai)

Posso alegrar-te
(A qualquer momento
Presente ou sem toque
Se de vontade, for pleno)

Posso tentar amar-te
(O mais que souber
O mais que puder)

O mais que me permitires.

O mais que me ames.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

E então é ser amigo?

Sim, tem sempre imensa graça
Como entra e vem e vai
Como de repente já é desgraça
Quando antes era algo mais

Como era amizade tão fortalecida
À base do que parecia ser real
E, em repente, se faz vencida
Desaparecida como sendo apenas mal.

Como antes se escrevia
E escrevia para escrever
Se dizia porque se queria
Porque havia confiança para dizer.

E, em repente, se vai
Se leva num vento inconstante
O vento, sopra mais
Do que uma amizade sem raiz imperante.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

De ti, completa

Se fossem as letras teclas de piano
Que som iria ser
Melodia, alegre ou pranto?

Perco-me nos teus olhos...

Não tenho forma de me encontrar.

Em qualquer momento, risonhos

São os momentos que posso recordar.

...

O quanto me inspira
Me obriga a sonhar
Recordar, imaginar e pensar

O teu sorriso!

A tua beleza!

A tua arte, a arte de seres tu,

...

Um poema vivo,

Uma música vibrante,

Um fresco pintado,

Da forma mais elegante.

E berrante.

Constragedora, indiferente, triste.

Alegre.

...

Olho a tua foto
O branco da neve

A luz de ti

O castanho do teus olhos.
Perfeitos.

Do teu sorriso.
Belíssimo.

De ti, completa...