quarta-feira, 9 de março de 2011

Chuva

A chuva cai e molha o rosto
Banha o meu coração em nostalgia!
Depois se escrevo, mostro
O que para mim será poesia.

Digo o que diria sem palavras
Num olhar mais complicado
Mas a chuva dá coisas raras:
Molha a cara, fico acordado!

E então desse alevantamento
Posso erguer a voz para lhe dizer:
Ela é o meu arrebatamento.
Quase a razão do meu viver.

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