sábado, 26 de março de 2011

Poema inconstante

Procurei conhecer-te. O teu sorriso
Que reluz, maçã no paraíso!

Quão profundos os teus pendentes.
Jóias inconstante molhadas, presentes

No meu simples improvisar.
E, não sei bem como pensar:

Se o que escrevo ao sentir deduzo,
Ou se nisto apenas paixão uso.

Sem comentários:

Enviar um comentário

O seu comentário é muito importante para mim! Obrigado!