segunda-feira, 4 de abril de 2011

Em resposta - Sandra

Eu e os outros que nos matamos
Na tentativa fútil de te sentir.
E no entanto disso nos alimentamos
Na memória do teu sempre porvir.

Ou da tua imagem tão sagrada
Que a nós se faz labareda
Chama da alma da lareira amada!

E a nossa vida depois é leda
E depois de ti até acabada.

Tu vais e a vida é nada.

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