domingo, 3 de abril de 2011

Nunca entregues a tua vida a ninguém.

Já faz tempo que deixaste
Tudo o que eu... tinha p'ra dar.
Creio que tu nunca reparaste
(Ou então não quiseste... reparar)

Pois vê bem agora o refúgio dos meus sentidos!
Suspiros infinitos...
Perdido preso a um tempo que passando nunca há de passar
E não consigo escapar!

Sendo que hoje cai a chuva
Com ela vai o meu pensar
Não há sequer forma de me agarrar...

A minha vida era toda... tua.

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