quinta-feira, 21 de abril de 2011

Sem título 8


Paro para te olhar
Paro para te sentir
Pode não haver lugar
E eu não vou mentir
Mas o teu abraço
Não é o que acho
Onde mudaste tu desta vez?

Eu já não te procuro, e não posso mudar
Vou lentamente procurando o meu lugar
O teu abraço terno, que eu julguei eterno
Já o estou de novo a sonhar...

Nos braços de alguém, que querendo também
Me faça disperso, no momento inverso
A ter de estar junto dessa que tal
Se faz mal, eu aceito.

Eu beijo
E aproveito...
(O teu sal.)

1 comentário:

  1. Tens razão, devemos sempre deixar uma parte "a salvo", de contrário, prejudicamo-nos.
    Mais um belo poema, como sempre (:
    Beijinhos*

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