quarta-feira, 18 de maio de 2011

Cana

Dei-me ainda cana verde
A brotar p'ra fora da terra.
E sendo de novo plenamente
Renascido, fiz-me de cana nova era.

Se estendi ramagens à luminosidade
E as minhas raízes se alargaram
O meu verde levaram-no os gases da cidade
Até que as minhas raízes importunaram.

Não sendo planta
Creio então mais na mudança
Do que em ficar aqui...

Sendo apenas adolescente
Dou por mim consciente
Que não me merecem, assim.

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