domingo, 12 de junho de 2011

Onde estás?


Procura adiada no encontrar
Tanta forma correcta, tinha de errar
(Talvez não o erro esperado
Apenas um erro criado...)

Procura que mergulha em profundidades
Inesperadas e, assim, lonjuras
A que o corpo não chega
Não importam as vontades
Pois que nessas alturas
O vento não me carrega
Até mais perto da calejadura
Que eu de desejos morro
A desejar estar vivo
E nem morte nem vida, ausência pura
De qualquer sentimento ou motivo.

Gostava de saber encontrar
(Gostava de saber procurar)
Talvez se te escutasse soubesse
Talvez morrendo vivesse...

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