domingo, 25 de setembro de 2011

Daímonas


Por sobre a lareira,
Numa nuvem de cruzes.
Rangendo tábuas ao passo
Dos pés ausentes.

(É criado para se acreditar,
E não abomino.)

A sua figura massacra o corpo
Pelo silêncio das bofetadas,
No rancor do sangue que pende das cavidades nasais
Com a perdição do pecado.

(Tome-se cuidado, que "Deus" perdoa,
Mas eu, ele, não,)

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