quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Demência


Três estrofes, e só para a mesma coisa:
Para ti, para ti, para ti.

As linhas do caderno, são carpos metacarpos falanges falanginhas falangetas,
Cobertas de pele de papel e carne de tinta,
E eu as agarro porque enfim.

Escrevo outro verso: e logo paro, fiquemos por aqui.
Agora fico no silêncio das tuas mãos de mente.
Demente, mentira, mentira, mentira.

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