sábado, 3 de setembro de 2011

Hum... hoje, um galão. E um croissant de ovo! Cá está, volto depois


Seriam as metas objectivos?
Os objectivos querem-se dificeís,
Mas de alcance indisputável,
Fitas vermelhas a pedir uma tesoura na mão.

E cada pedra, afinal, é calçada,
Um desenho feito para ser pisado,
Decorado de tijolos sobrepostos e varandas regurgitadas
Para um vazio aéreo de olhares atentos.

Cada suspiro, cada laço, cada horizonte
Amontoa-se a juzante, na foz, no imenso.

Objectivos inalcançáveis
Até se ter um barco.

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