domingo, 18 de setembro de 2011

Reacção comum, querida


Realmente, o que te digo
É sempre nada.
Mas quando te vou falar
Tenho imenso para dizer.

    Ora, desculpa, se achas mal
    Estar tão cheio de palavras,
    E nada de real te dar.

Mas foi noutros tempos que eu soube
Que te iria dizer todos os dias como és bonita.
Só que eu entretanto cresci,
E hoje acho que preciso de palavras mais sublimes.

    Mas tu és mesmo bonita, sabes?
    Não importa o relógio do tempo.
    A minha criança acha-te sempre linda
    Seja por fora, ou por dentro.

Esta é a minha verdade.

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