segunda-feira, 24 de setembro de 2012

355

Oh sangue do peito
Sangue que pulsas e dás vida
Quanto de ti não pulsa e fulmina

Quanto de ti não bate tanto que foge
Quanto de ti não escorre para longe

Oh sangue do peito
Vida e morte do sujeito
Porque bates com este aperto?

Quanto de ti não bate calado
Quanto de ti não se sente acabado?

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