domingo, 6 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Sem título 4
Saio do fundo de quem sou
No desespero de me encontrar
Não me encontro no que dou
Quem sou, sempre a mudar?
A vida até é enfadonha
E o fado um tanto triste
Não pode a morte ser risonha
Se é que o além existe?
Deixo-me viver, apenas agora
Sinto que sou quem antes era.
Quem fui, não se decora
A minha vida não tem perda.
No desespero de me encontrar
Não me encontro no que dou
Quem sou, sempre a mudar?
A vida até é enfadonha
E o fado um tanto triste
Não pode a morte ser risonha
Se é que o além existe?
Deixo-me viver, apenas agora
Sinto que sou quem antes era.
Quem fui, não se decora
A minha vida não tem perda.
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